quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
ATIBAIA - SP UM ALERTA!!!
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
FORTALEZA - ENERGIA EÓLICA
Estive este final de semana em Fortaleza no Ceará e não pude deixar de fazer uma comparação, quando pensamos no país Holanda, uma das primeiras imagens que vem na minha cabeça são os cataventos dos moinhos, em Fortaleza podemos fazer a mesma relação com relação a quantidade de geradores energia através de vento - Parques Eólicos, são muitos geradores que constratam com as praias e lindas falésias daquela região.Me surpreendi, pois foi minha primeira viagem aquela cidade e não esperava um parque eólico daquela magnitude, acredito que fortaleza deveria se colocar como exemplo na captação de energia alternativa.
No curso de Analise e Avaliação Ambiental na qual fui aluno na PUC-RIO, a Professora Lucy já falava do potencial eólico litoraneo do nosso país, Lucy foi uma das produtoras do Atlas Eólico Nacional e lecionou na PUC-RIO, atualmente a Eletrobras está em fase de conclusão de um novo atlas.
Acontece em Fevereiro, São Paulo. A Wind Forum Brazil 2010 - FORUM NACIONAL PARA GERAÇÃO EÓLICA, que terá como temas :
- A inserção da geração eólica na matriz nacional e as perspectivas oficiais para seu desenvolvimento
- Fontes de financiamento e critérios para concessão de crédito para os empreendimentos de geração eólica
- Principais entraves para o licenciamento ambiental de empreendimentos eólicos
- Desafios para a estruturação de novos projetos para o setor e alternativas para a comercialização de energia eólica
Se tem informações sobre energia eólica deixem seus comentários...
Para Saber +:
Centro de referência para energia solar e eólica - CRESESB
www.cresesb.cepel.br/index.php?link=/atlas_eolico_brasil/atlas.htm
Agencia Nacional do Setor Elétrico - ANEEL
www.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/06-Energia_Eolica(3).pdf
wind Forum Brazil 2010 - FORUM NACIONAL PARA GERAÇÃO EÓLICA
www.windforumbrazil.com/Event.aspx?id=248506
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
TERREMOTOS E HIDRELÉTRICAS
Quando trabalhava no Departamento de Engenharia Ambiental de Furnas, realizamos vários trabalhos que o Programa Monitoramento de Sismológico foi contemplado, o que me chama mais atenção foi na Usina Hidréletrica de Manso, pois a preocupação foi que próximo ao empreendimento ocorreu o maior tremor registrado no Brasil atingindo magnitude 6,6 na Escala Richter na Serra do Tombador no Mato Grosso em 31 de Janeiro de 1955(wikipédia).
O Sismos são medidos em magnitude pela Escala Richter que varia de micro inferior 2, à magnitude 10 extremo nunca registrado, os sismos que ocorreram este dias no Nordeste são de magnitude 4, desde 1997 não se registravam sismos desta magnitude naquela região.
No caso de Manso a Universidade de Brasília - UNB ficou encarregada de instalar sismógrafos próximo a Usina e devem monitora-los até hoje, no Sistema de Informação Geográfica - SIG o Programa de Monitoramento Sismológico posicionava os pontos do sismógrafos e havia entrada dos dados dos equipamentos pós-processados pela UNB, alem da entrada dos relatórios enviados pela UNB.
Se Tem alguma experiência em geoprocessamento em Sismos deixe seu comentário....
Para Saber +:
Sismo - WIKIPÉDIA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sismo
Observatório Sismológico Universidade de Brasília
domingo, 27 de dezembro de 2009
FELIZ ANO NOVO !!!!
Desejo a todos um ano novo cheio de realizações e com muita saúde, espero escrever melhor e com sabedoria para compartilharmos sempre de bons momentos.
Um grande abraço,
Marcos Cavalcanti
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
QUANDO O ERRO É MELHOR QUE O "EU ACHO"?
Quando trabalhamos com cartografia ou qualquer coisa na vida, pensamos que errar não é bom, bom é acertar sempre. Essa máxima é cruel com qualquer um, pois o erro faz parte do ser Humano, erramos infinitas vezes até acertar, foi assim para andar, para comer sozinho, até para escrever este post. O Erro é algo que me fascina, a muito tempo.
É muito melhor quando pudemos mensurar este erro no caso da cartografia com o Padrão de Exatidão Cartográfica - PEC, através do PEC dizemos qual o erro aceitável para representações em diversas escalas.
Poucos foram os trabalhos que exaltaram os erros nos congresso e simpósios que fui, e não foram poucos, veja se soubessemos os erros poderiamos pula-los em várias atividades, seria importante para nossa evolução em nossas atividades, mas ninguem gosta de contá-los.
Me lembro o caso da Companhia de Energética de Minas Gerais - CEMIG que comprou um sistema pronto e perdeu muito dinheiro, porem percebeu que com aquele sistema não chegaria aos seus objetivos e através de seus erros se tornou uma referência em mapemento em Minas Gerais, foi um dos unicos cases que vi alguem reconhecendo seus erros.
Outro caso sobre a questão do erro, foi na ultima apresentação que assisti um trabalho na UERJ sobre vôo de laser aerotransportado e a metodologia usava para diferentes erros uma ação diferenciada, erros grosseiros, erros sistemáticos e erros aleatórios, com esta ação ele dizia que minimizava o trabalho.
O erro mensurável é bem melhor que o achismo que existe por aí, reconhecer nossos limites e transpo-los com segurança.
Deixem seus erros nos comentários...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
EVOLUÇÃO DE BASES CARTOGRAFICAS I E II
Quando trabalhava em uma empresa de consultoria na década de 90, não existia a quantidade de bases e geração de informações fornecidas pelos órgãos governamentais como existe hoje. O trabalho consistia em gerar ou transformar bases cartográficas analógicas em digitais, esse trabalho dependia da "expertise" do técnico no trato com mesas digitalizadoras e em poucos casos vetorização automáticas, digo em poucos casos, pois a quantidade de escâneres de grandes formatos era pequena ou inexistente.
Bem, nesse processo o meio analógico eram cartas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE em escalas existentes, no caso de Área de Influencia Indireta - AII escala de 1:250.000 e na Área de Influência Direta - AID a escala 1:50.000. Já abordei este tema em outros posts, porem acredito que é necessário estar sempre fazendo uma análise da melhoria da informação no tempo.
De lá para cá o geoprocessamento, bem como o mapeamento através de processos como aerolevantamento e laser aerotransportado, nos permite obter bases mais reais do relevo e de suas características ao tema observado. Com o aparecimento dos satélites orbitais as escalas começaram a gerar bases em escalas 1: 5.000 ou 1: 10.000 e aos poucos o custo destas diminuíram consideravelmente. O problema que identifico é que as imagens de satélite tem sido indiscriminadamente usada como base de trabalhos, sem abordagem técnica e tipológica ou seja de mapeamento de feições existentes, como se a imagem fala-se por sí e isso fosse suficiente. Espero que as empresas comecem a usar a classificação para geração de bases mais solidas e usufruam da informação como um todo.
Após escrever este post , fiquei pensando que algumas pessoas poderiam confundir a minha crítica como sendo ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, o que não foi minha intenção, apesar do post não sofrer nenhuma repercução neste sentido, pelo contrário alguns colegas elogiaram minha iniciativa quanto ao exposto, gostaria de elogiar o trabalho dos profissionais desta Instituição.
O mapeamento sistemático do IBGE com as dificuldades financeiras encontradas, mesmo assim vem trabalhando no sentido de servir uma base digital de qualidade. As pessoas que trabalham nesta área, sabem que o governo sempre priorizou o senso no Instituto, deixando o mapeamento em segundo plano, recentemente contrataram a empresa GISPLAN para realização da Base na escala 1:250.000.
A definição de uma política de mapeamento é muito relevante para investimentos no Brasil e sempre estamos atrás neste sentido. Não acredito que o IBGE não tenha profissionais qualificados para execução desta base, o que faltam são recursos físicos (estruturas e equipamentos) e financeiros.
Deixem seus comentários...
PARA SABER +
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
www.ibge.com.br
Gisplan
www.gisplan.com.br
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
APAGÃO 2009
Trabalho no setor elétrico há 11 anos, tempo pequeno perante alguns companheiros de sala com 35 anos de dedicação integral ao setor e não é o primeiro apagão que vemos acontecer no Brasil. O setor é exemplo para vários países na questão do sistema interligado, ou seja o Brasil é ligado praticamente de norte a sul, de leste a oeste por linhas de energia que se juntam em pontos (substações) como uma grande rede e a vulnerabilidade ou a rigidez do sistema interligado se faz presente ao mesmo tempo, ou seja, ao mesmo tempo em que podemos receber energia de Minas no Rio de Janeiro, podemos receber energia de Foz do Iguaçu e os danos se forem pequenos são supridos por outro estado.
Só que foz do Iguaçu representa 20% da energia do Brasil e da onde tiramos os 20% se Foz do Iguaçu parar? Esta pergunta está na construção de UHE Santo Antonio e UHE Jirau em Rondônia? Ou na construção de AHE Belo Monte?
Será que a dependência de Foz do Iguaçu, fragiliza o sistema? Agradeço pelos comentários de vocês, deixem seu comentário....
